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Pesquisar Indicadores por palavras chaves

Para identificação das crianças que compõem o público-alvo da meta se utiliza a idade em
anos completos considerando a data de referência de 31 de março, seguindo o que estabelece
a Resolução CNE/CEB nº 06, de 21 de outubro de 2010.

Fontes

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2014 e 2015) e Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-c a partir de 2016).

Fórmula de cálculo

Indicador 1a = ((População de 4 a 5 anos que frequentam escola)/(População de 4 a 5 anos))*100
Para a compreensão adequada é importante estabelecer a definição
dos seguintes conceitos:
Público Alvo da ETI = são os alunos da educação básica cujas matrículas de escolarização
são em escola pública, presenciais e não pertencem à Educação de Jovens e Adultos
nem à Educação Profissional Técnica de Nível Médio, oferecida na forma Subsequente ou
Concomitante;
Jornada de Tempo Integral = é a jornada cuja duração é, em média, igual ou superior a sete
horas diárias, contabilizada a partir da soma da carga horária da matrícula de escolarização
do aluno na escola pública com a carga horária total das matrículas de Atividade
Complementar (AC) e/ou de Atendimento Educacional Especializado (AEE) realizadas em
instituições públicas e/ou privadas.

Fórmula de cálculo

Indicador I6A = ((Número de alunos da educação básica cujas matrículas de escolarização
são em escola pública, presenciais e não pertencem à Educação de Jovens e Adultos
nem à Educação Profissional Técnica de Nível Médio)/(número de alunos da educação básica cujas matrículas de escolarização
são em escola pública, presenciais e não pertencem à Educação de Jovens e Adultos
nem à Educação Profissional Técnica de Nível Médio)) * 100
O Indicador 6B representa o percentual de escolas públicas da educação básica que
possuem pelo menos 25% dos alunos do público alvo da ETI em jornada de tempo
integral, em relação ao total de escolas que possuem alunos do público alvo da ETI.

Fontes

Censo da Educação Básica.

Fórmula de cálculo

Indicador I6B = ((Número de escolar que possui pelo menos 25% dos alunos do público alvo da ETI em jornada de tempo integral no ano)/(Número de escolas que possuem pelo menos um aluno do público alvo da ETI no ano t)) *100

Fontes

Censo da Educação Básica e Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

Fórmula de cálculo

Indicador I7A = (Taxa média de aprovação dos anos inicias do ensino fundamental ) * (Proficiência média padronizada dos alunos do 5º ano do ensino fundamental nas avaliações do Saeb)

Fontes

Censo da Educação Básica e Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

Fórmula de cálculo

Indicador I7B = (Taxa média de aprovação nos anos finais do ensino fundamental) * (Proficiência média padronizada dos alunos do 9º ano do ensino fundamental nas avaliações do Saeb)
Dado que o objetivo da Meta 8 é que os indivíduos da faixa etária entre 18 e 29 anos
completem 12 anos de estudo, o Indicador 8A expressa a média de anos de estudo da população
de 18 a 29 anos de idade.

Fontes

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-c).

Fórmula de cálculo

Indicador I8A = (Somatório dos anos de estudo das pessoas com 18 a 29 anos)/(População total de pessoas de 18 a 29 anos)
O indicador 8C expressa a média de anos de estudo da população de 18 a 29 anos de
idade pertencente ao primeiro quartil de renda domiciliar per capita, ou seja, aos 25% mais
pobres.

Fontes

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-c).

Fórmula de cálculo

Indicador I8C = (Somatório dos anos de estudo das pessoas na faixa de 18 a 29 anos pertencente aos 25% mais pobres)/(População total de 18 a 29 anos pertencente aos 25% mais pobres)
Para identificação das crianças que compõem o público-alvo da meta se utiliza a idade em
anos completos considerando a data de referência de 31 de março, seguindo o que estabelece
a Resolução CNE/CEB nº 06, de 21 de outubro de 2010.

Fontes

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-c).

Fórmula de cálculo

Indicador 1B = ((População de 0 a 3 anos que frequenta escola)/População de 0 a 3 anos total))*100
Quanto mais próximo de 100% for o resultado, maior a igualdade entre a média de anos de estudo de negros e não negros.
Na presente construção do Indicador 8D, negros agrupam “pretos” e “pardos”, já os “não
negros” incluem apenas os “brancos” e os “amarelos”.

Fontes

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-c).

Fórmula de cálculo

Indicador I8D = ((Somatório dos anos de estudo de negros na faixa de 18 a 29 anos)/(População de negros de 18 a 29 anos))/((Somatório de anos de estudo de "não negros" na faixa de 18 a 29 anos de idade)/(População de "não negros" na faixa de 18 a 29 anos de idade))
De acordo com o IBGE, analfabeta é a pessoa que não sabe ler e escrever um bilhete
simples. Dessa maneira, o Indicador 9A não avalia a capacidade do indivíduo de utilizar a leitura
e a escrita, uma vez que as informações que subsidiam seu cálculo não são baseadas em
testes educacionais que mensuram o nível de proficiência da pessoa nessas habilidades.

Fontes

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e Pesquisa Nacional por Amostra
de Domicílios Contínua (Pnad-c).

Fórmula de cálculo

Indicador I9A = (População de 15 anos ou mais afalbetizada)/(População de 15 anos ou mais total)
O indicador considera também os indivíduos que concluíram os anos iniciais do ensino
fundamental, mas que, porventura, não sabem ler e escrever.

Fontes

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e Pesquisa Nacional por Amostra
de Domicílios Contínua (Pnad-c).

Fórmula de cálculo

Indicador I9B = ((População de 15 ou mais anos de idade que não cuncluiu os anos iniciais do ensino fundamental ou não sabe ler/escrever)/(População de 15 anos total)) * 100

Fontes

Censo da Educação Básica.

Fórmula de cálculo

Indicador 10A = ((Matrículas da Educação de Jovens e Adultos de nível fundamental e médio integrada à Educação Profissional)/(Total de matrículas da Educação de jovens e Adultos de nivel fundamental e médio)) * 100
Para calcular esse indicador é utilizada apenas a variável do Censo da Educação Básica que informa o quantitativo de matrículas de Educação Profissional nas diferentes etapas da Educação Básica.

Fontes

Censo da Educação Básica.

Fórmula de cálculo

Indicador I11A = Total de Matrículas de Educação Profissional Técnica de Nível Médio

Fórmula de cálculo

Indicador I11B = ((Matrículas.atuais - Matrículas.em2013).público/(Matrículas.atuais - Matrículas.em2013).total) * 100

Fontes

Censo da Educação Básica.

Fórmula de cálculo

Indicador I11C = (matrículas.ano-matrículas.2013)/
(Matrículas.2013)).público *100
O indicador foi calculado nos relatórios de monitoramento
anteriores (INEP, 2015; 2016) com base na antiga Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio
(Pnad), cujo último levantamento foi realizado no ano de 2015.

Fontes

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-c) – 2º trimestre.

Fórmula de cálculo

Indicador I12A = ((Total da população que frequenta cursos de graduação)/(Total da população de 18 a 24 anos de idade)) * 100
A taxa líquida de matrículas é um indicador que busca medir acesso aos cursos de graduação por aqueles que se encontram na idade prevista para cursá-los.

Fontes

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-c) – 2º trimestre.

Fórmula de cálculo

Indicador I12B = ((População de 18 a 24 anos que frequenta ou já concluiu cursos de graduação)/(Total da população de 18 a 24 anos))*100

Fontes

Censo da Educação Superior (CES).

Fórmula de cálculo

Indicador I12C = ((Variação das matrículas em cursos de graduação de IES públicas num período "t")/(Variação total das matrículas em cursos de graduação no período "t")) *100
Para identificação das crianças que compõem o público-alvo da meta se utiliza a idade em
anos completos considerando a data de referência de 31 de março, seguindo o que estabelece
a Resolução CNE/CEB nº 06, de 21 de outubro de 2010.

Fontes

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-c).

Fórmula de cálculo

Indicador I2A = ((População de 6 a 14 anos que frequentou ou já concluíu o ensino fundamental)/(População total de pessoas de 6 a 14 anos))*100
Para identificação das crianças que compõem o público-alvo da meta se utiliza a idade em
anos completos considerando a data de referência de 31 de março, seguindo o que estabelece
a Resolução CNE/CEB nº 06, de 21 de outubro de 2010.

Fórmula de cálculo

Indicador I2B = ((População de 16 anos com pelo menos o Ensino Fundamental concluído)/(População de 16 anos total))*100
Para identificação dos jovens que compõem o público-alvo da meta se utiliza a idade em
anos completos considerando a data de referência de 31 de março, seguindo o que estabelece
a Resolução CNE/CEB nº 06, de 21 de outubro de 2010.

Fontes

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-c).

Fórmula de cálculo

Indicador 3A = ((População de 15 a 17 anos que frequenta a escola ou que já concluíu a educação básica)/(População de 15 a 17 anos))*100
Para identificação dos jovens que compõem o público-alvo da meta se utiliza a idade em
anos completos considerando a data de referência de 31 de março, seguindo o que estabelece
a Resolução CNE/CEB nº 06, de 21 de outubro de 2010.

Fontes

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-c).

Fórmula de cálculo

Indicador I3B = ((População de 15 a 17 anos que frequenta o ensino médio ou possui educação básica completa)/(População de 15 a 17 anos total))*100
O indicador representa a proporção de indivíduos de 4 a 17 anos de idade com deficiência
que frequentam a escola em relação à população total com deficiência nessa faixa etária. São
considerados os dados da população de 4 a 17 anos que não consegue ou tem grande dificuldade
em pelo menos um dos seguintes aspectos: enxergar, ouvir, caminhar, subir degraus e/ou possui
alguma deficiência mental/intelectual permanente que limite as suas atividades habituais.

Fontes

Censo Demográfico.

Fórmula de cálculo

Indicador I4A = ((População de 4 a 17 anos com deficiência que frequenta a escola)/(População de 4 a 17 anos com deficiência))*100
O indicador representa a proporção de matrículas em classes comuns do ensino regular
e/ou da educação de jovens e adultos da educação básica de alunos de 4 a 17 anos de idade
com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, em
relação ao total geral de matrículas desses estudantes.

Fontes

Censo da Educação Básica.

Fórmula de cálculo

Indicador I4B = ((Matrículas de alunos de 4 a 17 anos com deficiência, TGD e altas habilidades ou superdotação que estudam em classes comuns da educação básica)/(Total de matriculas de alunos de 4 a 17 anos com deficiência, TGD e altas habilidades ou superdotação)) * 100
A Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) foi desenvolvida pelo Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) com o objetivo de aferir os níveis de
alfabetização e letramento em Língua Portuguesa e alfabetização em Matemática das crianças
regularmente matriculadas no 3º ano do ensino fundamental, fase final do Ciclo de Alfabetização,
bem como as condições das instituições de ensino às quais estão vinculadas (Brasil, 2013; 2015a).

Fontes

Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA).
A mudança de nível ocorrida em 2008 e nos anos seguinte se deve ao fato de que, até o ano de 2007, o INEP considerava o EJA - Ensino de Jovens e Adultos - como Ensino Fundamental. A partir de 2008, o EJA virou uma modalidade de ensino a parte.

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira;

Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul
Considera-se o abastecimento de água adequado quando a forma é por rede geral de distribuição. Para fins de calculo, foram considerados somente os domicílios particulares permanentes.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
Foram utilizados os dados para a eleição que definiu o cargo mais alto do ano (Presidente ou Prefeito), sempre do turno final. Para o ano de 2010, foi utilizada a eleição de Governador ao invés de Presidente.

Fontes

Tribunal Superior Eleitoral - TSE
O indicador é calculado dividindo o número de livros infanto-juvenis disponíveis em bibliotecas municipais pela população na faixa etária de 7 a 14 anos.

Fontes

Secretaria Municipal de Educação - PMPA e IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
O indicador é calculado dividindo o número total de livros para adultos disponíveis em bibliotecas municipais pela população com 15 anos ou mais.

Fontes

Secretaria Municipal de Educação - PMPA e IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
O número de acidentes da cidade pode ser superior ao somatório dos valores apresentados por bairros e regiões devido aos registros que não possuem endereço para sua localização.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação
O número de acidentes da cidade pode ser superior ao somatório dos valores apresentados por bairros e regiões devido aos registros que não possuem endereço para sua localização.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação
O número de acidentes da cidade pode ser superior ao somatório dos valores apresentados por bairros e regiões devido aos registros que não possuem endereço para sua localização.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação
O número de acidentes da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados por bairros e regiões. A diferença deve-se aos registros que não possuem endereço para sua localização. O número também é menor que a soma dos acidentes por tipo de veículos por um mesmo acidente poder ter sido entre mais de um tipo de veículo.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação
Foi utilizada a população contada no Censo Demográfico de 2010.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação; IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
O número de acidentes da cidade pode ser superior ao somatório dos valores apresentados por bairros e regiões devido aos registros que não possuem endereço para sua localização.

Fontes

EPTC- Empresa Pública de Transporte e Circulação
O número de acidentes da cidade pode ser superior ao somatório dos valores apresentados por bairros e regiões devido aos registros que não possuem endereço para sua localização.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação.
A disponibilização dos dados é decenal. A próxima atualização será a partir dos resultados do censo Demográfico 2020.
A população analfabeta negra da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados pelas Regiões. A diferença deve-se a restrição de dados feita pelo IBGE para proteção dos dados dos informantes da pesquisa. População negra é a soma da população parda e população preta.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira;

Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira;

Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul
Foram utilizados os dados para a eleição que definiu o cargo mais alto do ano (Presidente ou Prefeito), sempre do turno final. Para o ano de 2010, foi utilizada a eleição de Governador ao invés de Presidente.

Fontes

Tribunal Superior Eleitoral - TSE
Considera apenas os domicílios particulares próprios, alugados ou cedido em áreas com ordenamento urbano regular. Não foram incluídos os domicílios com quadra e face não identificáveis.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Para o cálculo deste indicador computa-se as áreas de responsabilidade municipal, estadual e federal.

Fontes

Secretaria Municipal do Meio Ambiente - SMAM/PMPA.
O número de acidentes da cidade pode ser superior ao somatório dos valores apresentados por bairros e regiões devido aos registros que não possuem endereço para sua localização.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação.
Foi utilizada a população contada no Censo Demográfico de 2010.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação; IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
O número de nascidos vivos na cidade é superior ao somatório dos valores disponibilizados por bairros e regiões. A diferença deve-se aos registros que não possuem endereço para sua localização.

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC) - Ministério da Saúde
Considera apenas os domicílios particulares próprios, alugados ou cedido em áreas com ordenamento urbano regular. Não foram incluídos os domicílios com quadra e face não identificáveis.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
O indicador é obtido dividindo o número de casos de tuberculose pela população total do município e multiplicado por 100.000. Para os anos não censitários foi utilizada a população do censo anterior.

Fontes

Indicadores e Dados Básicos (IDB) - Ministério da Saúde
O indicador é obtido dividindo o número de casos diagnosticados de AIDS pela população total do município e multiplicado por 100.000. Para os anos não censitários foi utilizada a população do censo anterior.
Dados até 18/05/2016 sujeitos a revisão.

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) - Ministério da Saúde
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais - Ministério da Saúde
Foram consideradas escolas, bibliotecas, cinemas, espaços de formação, institutos e qualquer outro setor promotor de cultura e disseminador de conhecimento.

Fontes

SMC - Secretaria Municipal da Cultura
Ciclovias devem ser definidas como infraestrutura voltada unicamente a ciclistas, não devendo abarcar as vias acessíveis a ciclistas e a outras formas de transporte simultaneamente.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação.
O universo de indivíduos é limitado àqueles que vivem em domicílios particulares permanentes.

Fontes

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil
O item Outros inclui taxi, lotação, carroça e sem identificação.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação
As informações de 2000 relativas às regiões Ilhas e Humaitá/Navegantes foram tabuladas em conjunto.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Estão considerados todos os graus de dificuldade. Uma pessoa pode apresentar mais de uma deficiência.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
A identificação das comunidades é realizada pelos CRIPs de cada Região, conferidas pelo CORIP e calculada no ObservaPOA.

Fontes

CRIPs, Coordenação de Relações Institucionais e Participativas - CORIP e ObservaPOA.

Fórmula de cálculo

(Unidades de Desenvolvimento Urbano (UDH) representadas no OP / 335 UDHs) x 100

Fontes

Secretaria Municipal de Governança Local - SMGL/PMPA
Calculado com base no consumo total de água dividido pelo número total de economias (categorias residencial, comercial, industrial e repartição pública).

Fontes

Departamento Municipal de Água e Esgotos - DMAE /PMPA.
Foi utilizada a população contada no Censo Demográfico de 2010.

Fontes

Departamento Municipal de Água e Esgotos (DMAE) - Prefeitura de Porto Alegre
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
O indicador é calculado dividindo o número total de energia, em kwh, consumida pelo município pela População total do município.

Fontes

Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica - CEEE-D IBGE e IBGE - CENSO 2010.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação
Foi utilizado o mês de julho como mês referência.

Fontes

CECAD/MDS
Fórmula de cálculo: (Matriculados 4 a 17 anos / População 4 a 17 anos) * 100. onde: Matriculados 4 a 17 anos = matrícula inicial em todas as redes no Censo Escolar Anual.

Notas metodológicas:

1) Nos anos não censitários foram utilizados os valores da população do censo anterior ao ano em questão;

2) O atendimento total é maior do que a população. Este dado pode estar relacionado ao atendimento de crianças e jovens de outras cidades e também à nota metodológica número 1.

3) Apesar do atendimento geral ser superior à população, pode existir carência de atendimento nos níveis, sobretudo na educação infantil.

4) O atendimento superior a 100% pode expressar um movimento de migração de estudantes devido a carência de regiões com maior atendimento para outras com maior oferta de vagas.

5) As taxas aqui apresentadas refletem o percentual de atendimento em taxa líquida.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística; MEC - INEP - Matrícula Inicial por idade - Educacenso
Os dados disponíveis são oriundos do Sistema de Informação da Atenção Básica - SIAB e gerados a partir do trabalho das equipes de Saúde da Família (ESF) e Agentes Comunitários de Saúde (ACS).

Fontes

Sistema de Informações da Atenção Básica (SIAB) - Ministério da Saúde
Além dos estupros consumados, considera também as tentativas de estupro.

Fontes

SSP/RS - Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul
Estão considerados todos os graus de dificuldade.

Região Ilhas e Humaitá-Navegantes foram consideradas uma só devido a baixa população na região Ilhas.

O valor total de Porto Alegre não é igual a soma das regiões devido a arredondamentos dos valores estimados.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Região Ilhas e Humaitá-Navegantes foram consideradas uma só devido a baixa população na região Ilhas.

O valor total de Porto Alegre não é igual a soma das regiões devido a arredondamentos dos valores estimados.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Estão considerados todos os graus de dificuldade.

Região Ilhas e Humaitá-Navegantes foram consideradas uma só devido a baixa população na região Ilhas.

O valor total de Porto Alegre não é igual a soma das regiões devido a arredondamentos dos valores estimados.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Estão considerados todos os graus de dificuldade.

Região Ilhas e Humaitá-Navegantes foram consideradas uma só devido a baixa população na região Ilhas.

O valor total de Porto Alegre não é igual a soma das regiões devido a arredondamentos dos valores estimados.

Fontes

IBGE - Censo Demográfico
Considerou-se a demanda manifesta por vaga nas escolas municipais infantis e nas escolas de ensino fundamental que oferecem turmas de jardim.
Não aparecem no cálculo o atendimento e a demanda das escolas especiais e EMEF de Surdos Bilingue Salomão Watnick, uma vez que as mesmas não registram demanda na lista de espera infantil.

Fontes

SIE/RME. Secretaria Municipal de Educação - SMED / PMPA.
Para anos não censitários foi utilizada a população do censo anterior.

Fontes

Secretaria Municipal da Educação (SMED) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento

Fórmula de cálculo

Total de MATRÍCULADOS NO ENSINO FUNDAMENTAL em TODAS AS REDES da Cidade ou Região /POPULAÇÃO DE 6 A 14 ANOS DE IDADE da Cidade ou Região.
Para anos não censitários foi utilizada a população do censo anterior.

Fontes

Secretaria Municipal da Educação (SMED) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
Fórmula do cálculo: (Nº de Matrícula atual 0 a 3 / demanda considerada 0 a 3) *100 Onde: Nº de matrícula atual 0 a 3 = nº de alunos matriculados nas escolas infantis da Rede Municipal de Ensino na data estabelecida para o término do processo de seleção de alunos novos Demanda considerada 0 a 3 = (inscritos-efetivados-desistentes) 0 a 3 + Matrícula atual 0 a 3.

Fontes

SMED - Secretaria Municipal de Educação/SIE RME - Sistema de Informações Educacionais da Rede Municipal de Ensino: Relatório do processo de matrícula; Totais de alunos por escola; Relação de escolas por ROP.
Demandas de anos anteriores mas que foram regatadas nas assembleias seguintes foram contabilizadas somente no ano da demanda original.
Para o total da cidade foram contabilizados também as demandas das reuniões temáticas.

Fontes

Secretaria Municipal de Planejamento e Orçamento – SMPEO
Indica o percentual de pessoas com 10 anos e mais que se encontra na situação de desemprego aberto ou oculto.

Fontes

PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE e DIEESE - Apoio MTE/FAT.

Fontes

PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE e DIEESE - Apoio MTE/FAT.

Fontes

PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE e DIEESE - Apoio MTE/FAT.

Fontes

PED - RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE e DIEESE - Apoio MTE/FAT.
Considera os domicílios cujo lixo é coletado por serviço de limpeza ou caçamba.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Nos anos de 1991 e 2000, os domicílios do tipo "Casa de vila ou em condomínio" estão contabilizados no tipo "Casa". Em todos os anos foram considerados somente os domicílios particulares permanentes.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Nestes valores já estão contabilizados os domicílios indigentes.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Tendo como principais características a cooperação, a autogestão, a democracia, a solidariedade, o respeito à natureza e a valorização e promoção da dignidade do trabalho humano, a Economia Solidária é entendida como uma estratégia de enfrentamento aos processos de exclusão social e de precarização do trabalho e se apresenta como uma alternativa ao capitalismo, na medida em que promove a inclusão social através de novas possibilidades na geração de trabalho e renda.

Fontes

Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária (SIES) - Ministério do Trabalho e Emprego
Gerência de Informações sobre o Mercado de Trabalho (GIMT) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Para o cálculo do ano de 2015, foi utilizado o PIB de 2014.

Fontes

Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica – CEEE-D; Fundação de Economia e Estatística - FEE/RS

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
A rede particular, a partir de 2014,está subdividida em escolas particulares e escolas particulares conveniadas. As escolas particulares conveniadas são aquelas que possuem convênio com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre (PMPA).

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
Foram consideradas somente as escolas de ensino médio e fundamental.

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
Considera apenas os domicílios particulares próprios, alugados ou cedido em áreas com ordenamento urbano regular. Não foram incluídos os domicílios com quadra e face não identificáveis.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
Considera-se esgoto sanitário adequado quando a forma é por rede geral de esgoto ou pluvial ou por fossa séptica. Para fins de cálculo, foram considerados somente os domicílios particulares permanentes.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento

Fontes

Departamento Municipal de Água e Esgotos - DMAE/PMPA.

Fontes

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil/Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras (2014).
Para acessar os dados das regiões, baixe o Atlas do Desenvolvimento Humano disponível no site do ObservaPOA. Atente que os dados são utilizando a metodologia antiga!

Fontes

Atlas do Desenvolvimento Humano da Região Metropolitana de Porto Alegre
Foi utilizado o mês de janeiro como mês referência.

Fontes

Bolsa Família e FASC.
Foi utilizado o mês de janeiro como mês referência.

Fontes

CECAD/MDS

Fontes

RMA
Esse indicador não é feito utilizando as regiões do OP. Ao invés disso, ele utiliza as seguintes regiões: Sul Centro Sul, Leste, Partenon, Centro Ilhas/Humaitá, Norte/Noroeste, Lomba do Pinheiro, Restinga Extremo Sul, Eixo Baltazar Nordeste e Glória/Cruzeiro/Cristal.

Fontes

RMA

Fontes

RMA
Foram contabilizados somente os ônibus utilizados no transporte coletivo.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação

(http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/eptc/usu_doc/evolucao_qualidade-frota-2014.pdf)

Consulta em 02/03/15 às 15:50min
Foram contabilizados somente os ônibus utilizados no transporte coletivo.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação

(http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/eptc/usu_doc/evolucao_qualidade-frota-2014.pdf)

Consulta em 02/03/15 às 15:50min
Os dados são do mês de dezembro do respectivo ano.

Os tipos oficiais de veículos utilizados pelo DETRAN foram agrupados na seguinte forma:



Carro = Automóvel + Camioneta;

Caminhão = Caminhão + Caminhão Trator + Caminhonete;

Motocicleta = Ciclomotor + Motocicleta + Motoneta;

Ônibus = Microônibus + Ônibus;

Utilitário = Utilitário;

Outros = Motor-Casa + Triciclo + Quadriciclo + Reboque + Semi-Reboque + Side Car + Trator de Rodas + Trator de Esteiras + Trator Misto + Sem tipo;

Fontes

Departamento Estadual de Trânsito - DETRAN/RS
O número de nascidos na cidade é superior ao somatório dos valores disponibilizados por bairros e regiões. A diferença deve-se aos registros que não possuem endereço para sua localização.
OBSERVAÇÃO: A soma dos valores absolutos das regiões não corresponde ao valor absoluto da cidade, pois, no valor absoluto da cidade estão incluídos os valores ignorados (quando a pessoa não responde a questão, o valor é considerado "ignorado").

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC) - Ministério da Saúde
O número de nascidos na cidade é superior ao somatório dos valores disponibilizados por bairros e regiões. A diferença deve-se aos registros que não possuem endereço para sua localização.
OBSERVAÇÃO: A soma dos valores absolutos das regiões não corresponde ao valor absoluto da cidade, pois, no valor absoluto da cidade estão incluídos os valores ignorados (quando a pessoa não responde a questão, o valor é considerado "ignorado").

Fontes

SINASC (Sistema de Informações de Nascidos Vivos)/SMS (Secretaria Municipal da Saúde)
O valor de Porto Alegre para o ano de 2010 inclui homens responsáveis por domicílio com e sem responsabilidade compartilhada.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
O número de óbitos da cidade é superior ao somatório dos valores disponibilizados por bairros e regiões. A diferença deve-se aos registros que não possuem endereço da residência da vítima para identificação do bairro e da região.

Fontes

SIM (Sistema de Informações de Mortalidade)/SMS (Secretaria Municipal da Saúde)
Foi utilizada a população contada pelo Censo Demográfico de 2010

Fontes

Secretaria Municipal de Saúde - SMS/PMPA; IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)
O número de óbitos da cidade é superior ao somatório dos valores disponibilizados por bairros e regiões. A diferença deve-se aos registros que não possuem endereço da residência da vítima para identificação do bairro e da região.

Fontes

SIM (Sistema de Informações de Mortalidade)/SMS (Secretaria Municipal da Saúde)
O número de óbitos da cidade é superior ao somatório dos valores disponibilizados por bairros e regiões. A diferença deve-se aos registros que não possuem endereço da residência da vítima para identificação do bairro e da região.

Fontes

SIM (Sistema de Informações de Mortalidade)/SMS (Secretaria Municipal da Saúde)
Taxa para as regiões e bairros da cidade disponíveis somente para os anos censitários.

Fontes

Ministério da Saúde/SVS/DataSus
Para o cálculo, foi utilizada a idade do carro no dia 31/12 do respectivo ano e considerados somente os veículos de tipo "Automóvel" e "Camioneta".

Fontes

Departamento Estadual de Trânsito - DETRAN/RS
Trata-se da idade média dos ônibus que operam no transporte público.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação

(http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/eptc/usu_doc/idade-media-frota_2014.pdf)

Consulta em 02/03/15 às 15:55min
O Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) é um indicador de qualidade educacional que combina informações de desempenho em exames padronizados (Prova Brasil ou Saeb) – realizados pelos estudantes ao final da 4ª série do ensino fundamental – com informações sobre rendimento escolar. O índice varia de 0 a 10.

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
O Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) é um indicador de qualidade educacional que combina informações de desempenho em exames padronizados (Prova Brasil ou Saeb) - realizados pelos estudantes ao final da 8ª série do ensino fundamental - com informações sobre rendimento escolar. O índice varia de 0 a 10.

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
Considera apenas os domicílios particulares próprios, alugados ou cedido em áreas com ordenamento urbano regular. Não foram incluídos os domicílios com quadra e face não identificáveis.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
O Idese varia de zero a um e permite que se classifique os municípios em três níveis de desenvolvimento: baixo (índices até 0,499), médio (entre 0,500 e 0,799) ou alto (maiores ou iguais a 0,800).

Fontes

FEE - Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser
O IDHM varia de 0 a 1 e permite classificar os municípior em 4 níveis de desenvolvimento humano: Muito baixo (valores até 0,499); Baixo (valores entre 0,5 e 0,599); Médio (valores entre 0,6 e 0,699); Alto (valores entre 0,7 e 0,799) e Muito alto (valores de 0,8 a 1)

Fontes

Atlas do Desenvolvimento Humano da Região Metropolitana de Porto Alegre.
Para acessar os dados das regiões, baixe o Atlas do Desenvolvimento Humano disponível no site do ObservaPOA. Atente que os dados são utilizando a metodologia antiga!

Fontes

Atlas do Desenvolvimento Humano da Região Metropolitana de Porto Alegre
Considera apenas os domicílios particulares próprios, alugados ou cedido em áreas com ordenamento urbano regular. Não foram incluídos os domicílios com quadra e face não identificáveis.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
Foram considerados apenas os leitos de internação.

Fontes

Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde do Brasil (CNES) - Ministério da Saúde
Foi utilizada a população contada no Censo Demográfico de 2010.

Fontes

Ministério da Saúde - Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde do Brasil-CNES; IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Infográficos produzidos pelo ObservaPOA para o livro comemorativo dos 25 anos de Orçamento Participativo.
Considera apenas os domicílios particulares próprios, alugados ou cedido em áreas com ordenamento urbano regular. Não foram incluídos os domicílios com quadra e face não identificáveis.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
As matriculas contabilizadas na categoria "Educação Especial" são as identificadas como "Educação Especial" (2007 a 2010) ou "Educação Especial - Modalidade Substitutiva" (2011 em diante) no Censo Escolar. Estas matriculas não são contabilizadas nos níveis de ensino.

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
Foram considerados somente os cursos presenciais com local de oferta do curso seja Porto Alegre.

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
Os dados são fornecidos pelo SINDHA. Dados por amostragem segmentada por valor de diária, da faixa mais econômica à de luxo.

Fontes

SINDHA/ Diretoria de Turismo - SMDE.

Fórmula de cálculo

Unidades habitacionais ocupadas/unidades disponíveis
Refere-se a um conjunto constituído de, no mínimo, 51 unidades habitacionais em geral com urbanização fora dos padrões vigentes, denominado como aglomerado subnormal.

O número de domicílios da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados pelas Regiões, pela restrição de dados feita pelo IBGE.

No ano de 2000, não havia setor de classificação aglomerados subnormal para Ilhas.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
A indisponibilidade do dado em diversos bairros e na região Ilhas se deve ao fato de não terem setores censitários classificados como 'Aglomerado Subnormal'.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
O número de óbitos de menores de 1 ano de idade na cidade é superior ao somatório dos valores disponibilizados por bairros e regiões. A diferença deve-se aos registros que não possuem endereço para sua localização.
O valor do ano de 2015 é provisório, sujeito a atualização.

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC) - Ministério da Saúde
O número de óbitos de menores de 5 anos de idade na cidade é superior ao somatório dos valores disponibilizados por bairros e regiões. A diferença deve-se aos registros que não possuem endereço para sua localização.

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC) - Ministério da Saúde

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) - Ministério da Saúde
Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC) - Ministério da Saúde
Para o cálculo do indicador para a cidade nos anos não censitários foi utilizada a população do último censo.

Fontes

Ministério da Saúde/SVS/DataSus
As principais causas de morte relacionadas ao aparelho circulatório são o AVC (acidente vascular cerebral), também conhecido como derrame, doença isquêmica do coração e infarto do miocárdio.

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) - Ministério da Saúde
O indicador é calculado dividindo o número total de óbitos por doenças do aparelho respiratório pela população total do município multiplicado por 10 mil.

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) - Ministério da Saúde
Os suicídios estão no grupo de lesões autoprovocadas do CID10, classificados por categoria para indicar sua causa.

Fontes

Fonte: MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM
Foi utilizada a população contada no Censo Demográfico de 2010.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação
Foi utilizada a população contada no Censo Demográfico de 2010.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação
Foi utilizada a população contada no Censo Demográfico de 2010.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação
Foi utilizada a população contada no Censo Demográfico de 2010.

Fontes

EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação
Para o cálculo foram considerados todos veículos registrados nos 20 tipos, além dos que não se enquadravam em nenhum tipo utilizado pelo DETRAN. Para os anos não censitários foi utilizada a população do censo vigente no ano em questão.

Fontes

Departamento Estadual de Trânsito - DETRAN/RS
Abrange servidores efetivos, agentes políticos, comissionados, da Administração Direta, das Empresas Públicas e os municipalizados.

Fontes

ERGON / SMA (Secretaria Municipal da Administração)

Fontes

Tribunal Superior Eleitoral - www.tse.jus.br

Fontes

PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE e DIEESE - Apoio MTE/FAT.
O valor de Porto Alegre para o ano de 2010 inclui mulheres responsáveis por domicílio com e sem responsabilidade compartilhada.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
O numero reflete o número de mulheres vereadoras eleitas nas eleições do ano anterior.

Fontes

Tribunal Superior Eleitoral - TSE
O número de nascidos vivos da cidade é superior ao somatório dos valores disponibilizados por bairros e regiões. A diferença deve-se aos registros que não possuem endereço para sua localização.

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC) - Ministério da Saúde
O número de nascidos vivos da cidade é superior ao somatório dos valores disponibilizados por bairros e regiões. A diferença deve-se aos registros que não possuem endereço para sua localização.

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC) - Ministério da Saúde

Fontes

SINASC (Sistema de Informações de Nascidos Vivos)/SMS (Secretaria Municipal da Saúde)
Abrange servidores efetivos, agentes políticos, comissionados, da Administração Direta, das Empresas Públicas e os municipalizados.

Fontes

ERGON / SMA (Secretaria Municipal da Administração)
Para o cálculo do indicador foram considerados apenas:

1. Quem já havia concluído o ensino médio ou estava em ano de conclusão (ST_CONCLUSAO igual a 1 ou 2);

2. Quem compareceu em todas as provas objetivas e na redação (IN_PRESENCA_,IN_PRESENCA_CH, IN_PRESENCA_LC e IN_PRESENCA_MT iguais a 1 e IN_STATUS_REDACAO igual a P); e

3. Quem concluiu o ensino médio em escolas de Porto Alegre, indiferente do local da realização da prova (COD_MUNICIPIO_ESC igual a 4314902).

Fontes

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Fontes

PAR/SUMAM -Secretaria Municipal do Meio Ambiente - SMAM / PMPA.

Fontes

Sistema de Informações Georreferenciadas da CAPES (GEOCAPES).

Fórmula de cálculo

Indicador I14B = Somatório dos títulos de Doutorados concedidos no ano.

Fontes

Sistema de Informações Georreferenciadas da CAPES (GEOCAPES).

Fórmula de cálculo

Indicador I14A = Somatório do número de Mestrados no ano.
Para melhor formatação, as ocorrências de embriaguez e desordem foram contabilizadas juntas.

Fontes

SMSEG - Secretaria Municipal de Segurança

Fontes

SMSEG - Secretaria Municipal de Segurança
As ocorrências de desacato,ameaça e agressão foram somadas juntas, considerando que a ameaça ou o desacato são agressões verbais.

Fontes

SMSEG - Secretaria Municipal de Segurança
Região Ilhas e Humaitá-Navegantes foram consideradas uma só devido a baixa população na Região Ilhas.
O valor total de Porto Alegre não é igual a soma das regiões devido a arredondamentos dos valores estimados.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Os Fóruns são responsáveis pela definição, das obras e serviços que serão discutidas no período de maio a julho e pela análise e aprovação do Plano de Investimentos e Serviços da sua Região.

Fontes

Coordenação de Relações Institucionais e Participativas - CORIP/SMRI

Fórmula de cálculo

(Somatório de delegados e conselheiros participantes/total delegados e conselheiros) x 100
O número de participantes da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados nas ROPs. A diferença deve-se ao fato de que o número total corresponde ao somatório de participantes nas assembleias Temáticas e Regionais.

Fontes

GPO /GP. PMPA
O credenciamento ocorre na entrada de cada Assembleia Regional e Temática do Orçamento Participativo em sistema específico para computar a participação da população.
O Porto Alegre em Análise permite até 25 registros por indicador. Os amarelos não constam mais dos lançamentos por ultrapassarem este limite. Caso o usuário precise saber os dados de participação do início do OP deve acessar o tema Democracia Participativa.

Fontes

Sistema de Credenciamento do OP - Coordenação de Relações Institucionais e Participativas - CORIP/SMRI
O número de nascidos vivos da cidade é superior ao somatório dos valores disponibilizados por bairros e regiões. A diferença deve-se aos registros que não possuem endereço para sua localização.

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC) - Ministério da Saúde
Para o ano de 2000 considera todos domicílios particulares permanentes e apenas pavimentação total.
Para o ano de 2010 considera apenas os domicílios particulares próprios, alugados ou cedidos em áreas com ordenamento urbano regular. Não foram incluídos os domicílios com quadra e face não identificáveis.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
Estão considerados todos os graus de dificuldade.

Caso uma pessoa pode apresente mais de uma das deficiências investigadas ela será contada uma única vez.

Região Ilhas e Humaitá-Navegantes foram consideradas uma só devido a baixa população na região Ilhas.

O valor total de Porto Alegre não é igual a soma das regiões devido a arredondamentos dos valores estimados.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Refere-se a um conjunto constituído de, no mínimo, 51 unidades habitacionais em geral com urbanização fora dos padrões vigentes, denominado aglomerado subnormal.

A população da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados pelas Regiões, pela restrição de dados feita pelo IBGE.

No ano de 2000, não havia setor de classificação aglomerados subnormal para Ilhas.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
A Educação Infantil destinava-se à faixa etária de 0 a 6 anos em 2000, tendo sido legalmente alterada durante o período deste estudo, sendo a faixa etária de 0 a 5 anos considerada adequada a esse nível em 2010. Com os indicadores recalculados para 2000 pela FJP para a plataforma fonte, este problema da diferença etária foi contabilizado adequando-se os valores dos índices à realidade da distribuição etária por nível de 2010.

Fontes

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil/Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras (2014).

Fontes

Censo da Educação Superior.

Fórmula de cálculo

Indicador I13B = ((Docentes com doutorado na Educação Superior)/(Total de docentes na Educação Superior))*100

Fontes

Censo da Educação Superior.

Fórmula de cálculo

Indicador I13A = ((Docentes com doutorado na Educação Superior)/(Total de docentes na Educação Superior))*100
No cálculo do indicador são considerados apenas os domicílios particulares permanentes.

Fontes

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (2013).

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) - Ministério da Saúde

Fontes

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (2013).
PNAD Contínua(2018)

Fontes

Censo da Educação Básica

Fórmula de cálculo

Indicador 16A = ((Professores com pós-graduação)/(Total de professores)) * 100
O indicador representa a proporção de professores da educação básica que realizaram algum
curso de formação continuada em um determinado ano em relação ao total geral de professores
da educação básica.

Fontes

Censo de Educação Básica

Fórmula de cálculo

Indicador 16B = ((Professores com formação continuada)/(Total de professores)) * 100

Fontes

Coordenação de Planejamento - SIGDMAE /DMAE
Esse indicador não é feito utilizando as regiões do OP. Ao invés disso, ele utiliza as seguintes regiões: Sul Centro Sul, Leste, Partenon, Centro Ilhas/Humaitá, Norte/Noroeste, Lomba do Pinheiro, Restinga Extremo Sul, Eixo Baltazar Nordeste e Glória/Cruzeiro/Cristal.

Fontes

RMA

Fontes

Bolsa Família e FASC.
Foi utilizado o mês de janeiro como mês referência.

Fontes

FASC/ASSEVIS
Abrange servidores efetivos, agentes políticos, comissionados, da Administração Direta, das Empresas Públicas e os municipalizados.

Fontes

ERGON / SMA (Secretaria Municipal da Administração)
Referente ao mês de julho.

Fontes

Cadastro de Crianças e Adolescentes - CADOL/ASSEVIS/FASC

Fontes

Cadastro de Idosos - CAILPIs - ASSEVIS/FASC
Os dados das Regiões Humaitá-Navegantes e Ilhas foram tabulados em conjunto. Este indicador se chamava "Percentual de pobres"

Fontes

Atlas do Desenvolvimento Humano da Região Metropolitana de Porto Alegre
Os dados das Regiões Humaitá-Navegantes e Ilhas foram tabulados em conjunto. Este indicador se chamava "Percentual de indigentes"

Fontes

Atlas do Desenvolvimento Humano da Região Metropolitana de Porto Alegre

Fontes

Registro Mensal de Atendimentos - RMA do Ministério do Desenvolvimento Social - MDS
Foi utilizado o mês de janeiro como mês referência.

Fontes

FASC/ASSEVIS
Para o cálculo do indicador, utilizou-se o número de pessoas infectadas, dividido pela população, multiplicado por 10.000. Para o ano de 2011, utilizou-se a população do Censo Demográfico de 2010.

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) - Ministério da Saúde

Fontes

Secretaria Municipal de Segurança - Guarda Municipal
Em 2000 as informações das Regiões Ilhas e Humaitá/Navegantes foram tabuladas em conjunto.

Em 2010, a população branca da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados pelas Regiões. A diferença deve-se a restrição de dados feita pelo IBGE para proteção dos dados dos informantes da pesquisa.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
O número de adolescentes da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados pelas Regiões. A diferença deve-se a restrição de dados feita pelo IBGE para proteção dos dados dos informantes da pesquisa.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
O número de adultos da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados pelas Regiões. A diferença deve-se a restrição de dados feita pelo IBGE para proteção dos dados dos informantes da pesquisa.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
O número de crianças da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados pelas Regiões. A diferença deve-se a restrição de dados feita pelo IBGE para proteção dos dados dos informantes da pesquisa.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
O número de idosos da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados pelas Regiões. A diferença deve-se a restrição de dados feita pelo IBGE para proteção dos dados dos informantes da pesquisa.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
O número de jovens da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados pelas Regiões. A diferença deve-se a restrição de dados feita pelo IBGE para proteção dos dados dos informantes da pesquisa.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Região Ilhas e Humaitá-Navegantes foram consideradas uma só devido a baixa população na Região Ilhas.
O valor total de Porto Alegre não é igual a soma das regiões devido a arredondamentos dos valores estimados.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
O dado se refere ao número de indivíduos abordados na cidade Porto Alegre, sendo que, um mesmo individuo pode ter sido abordado mais de uma vez, conforme o serviço de abordagem social moradia e sobrevivência efetuado pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS.

Fontes

Coordenação de Monitoramento e Avaliação - CMAFASC.
O número de crianças de 0 a 3 anos da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados pelas Regiões. A diferença deve-se a restrição de dados feita pelo IBGE para proteção dos dados dos informantes da pesquisa.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
A categoria negra é a junção de duas outras categorias utilizadas pelo IBGE: preta e parda.
O total da população de cor negra da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados pelas Regiões. A diferença deve-se a restrição de dados feita pelo IBGE para proteção dos dados dos informantes da pesquisa.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
O indicador é calculado dividindo o número total de nascidos vivos cujas mães fizeram menos de 7 consultas pré-natal pelo número total de nascidos vivos no município multiplicado por 100.

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC) - Ministério da Saúde
Série histórica com retropolação dos dados até 2002. Dados atualizados em 14/12/16.

Fontes

FEE - Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser
A respeito da formação de docentes para a educação básica, o indicador 15A se baseia nos artigos 62 e 63 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/1996 (BRASIL, 1996), os quais dispõem que “a formação docente para atuar na educação básica deverá ter em nível superior, em curso de licenciatura plena, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal”.

Fontes

Censo de Educação Básica

Fórmula de cálculo

Indicador 15A = ((Quantidade de docências da educação infantil com professores cuja formação superior está adequada à área de conhecimento que lecionam) / (Quantidade total de docências da educação infantil)) * 100
A respeito da formação de docentes para a educação básica, o indicador 15D se baseia nos artigos 62 e 63 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/1996 (BRASIL, 1996), os quais dispõem que “a formação docente para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura plena, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal”.

Fontes

Censo de Educação Básica

Fórmula de cálculo

Indicador 15D = ((quantidade de docências do ensino médio com professores cuja formação superior está adequada à área de conhecimento que lecionam)/(quantidade total de docências do ensino médio))
A respeito da formação de docentes para a educação básica, o indicador 15C se baseia nos artigos 62 e 63 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/1996 (BRASIL, 1996), os quais dispõem que “a formação docente para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura plena, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal”.

Fontes

Censo de Educação Básica

Fórmula de cálculo

Indicador 15C = ((quantidade de docências dos anos finais do ensino fundamental com professores cuja formação superior está adequada à área de conhecimento que lecionam)/(quantidade total de docências dos anos finais do ensino fundamental)) * 100
A respeito da formação de docentes para a educação básica, o indicadores 15B se baseia nos artigos 62 e 63 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/1996 (BRASIL, 1996), os quais dispõem que “a formação docente para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura plena, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal”.

Fontes

Censo da Educação Básica

Fórmula de cálculo

Indicador 15B = ((quantidade de docências dos anos iniciais do ensino fundamental com professores cuja formação superior está adequada à area de conhecimento que lecionam)/(quantidade total de docências dos anos iniciais do ensino fundamental)) * 100

Fontes

SMF - Secretaria Municipal da Fazenda ; SMPEO - Secretaria Municipal de Planejamento Estratégico e Orçamentário
Considera apenas os domicílios particulares próprios, alugados ou cedido em áreas com ordenamento urbano regular. Não foram incluídos os domicílios com quadra e face não identificáveis.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Fontes

Departamento Municipal de Limpeza Urbana - DMLU/PMPA.
É um indicador complementar ao indicador "Esgoto adequado" do tema "Infraestrutura".

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
O sistema compara o percentual de negros desempregados com o percentual de não-negros desempregados e apresenta a diferença entre estes dois percentuais. Quanto menor for esta diferença, menor a desigualdade e, portanto, melhor o indicador.

Fontes

PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE e DIEESE - Apoio MTE/FAT.
O indicador 17A representa a razão (expressa como um percentual, ou seja, uma fração de
100) entre o rendimento bruto médio mensal dos profi ssionais do magistério das redes públicas
(Federal, distrital, estaduais e municipais) de educação básica com nível superior completo e o
rendimento bruto médio mensal dos demais profi ssionais com algum vínculo emprega

Fontes

Pnad Contínua- IBGE (Pnac-c)

Fórmula de cálculo

Indicador 17A = ((rendimento bruto médio mensal dos profissionais do magistério das redes públicas de educação básica, com nível superior completo) / ( rendimento bruto médio mensal dos demais profissionais assalariados, com nível superior completo)) * 100
É a relação entre o rendimento nominal mediano mensal, de trabalho dos homens com 10 anos ou mais, sobre o rendimento nominal mediano mensal de trabalho das mulheres com 10 anos ou mais.



Os dados das Regiões Ilhas e Humaitá/Navegantes foram tabulados em conjunto.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
NOTA: 1. Inflator utilizado: IPC-IEPE; valores em reais de abr./16.
(1) Exclusive os assalariados e empregados domésticos assalariados que não tiveram remuneração no mês, os trabalhadores familiares sem remuneração salarial e os trabalhadores que ganham exclusivamente em espécie ou benefício.

Fontes

PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE e DIEESE - Apoio MTE/FAT.
NOTA: 1. Inflator utilizado: IPC-IEPE; valores em reais de abr./16.
(1) Exclusive os assalariados e empregados domésticos assalariados que não tiveram remuneração no mês, os trabalhadores familiares sem remuneração salarial e os trabalhadores que ganham exclusivamente em espécie ou benefício.

Fontes

PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE e DIEESE - Apoio MTE/FAT.
NOTA: 1. Inflator utilizado: IPC-IEPE; valores em reais de abr./16.
(1) Exclusive os assalariados e empregados domésticos assalariados que não tiveram remuneração no mês, os trabalhadores familiares sem remuneração salarial e os trabalhadores que ganham exclusivamente em espécie ou benefício.

Fontes

PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE e DIEESE - Apoio MTE/FAT.
O cálculo da média não inclui os responsáveis por domicílios particulares permanentes sem rendimentos.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Para o cálculo deste indicador computa-se as áreas de responsabilidade municipal e estadual.

Fontes

Secretaria Municipal do Meio Ambiente - SMAM/PMPA.

Fontes

Departamento Municipal de Limpeza Urbana - DMLU / PMPA

Fontes

Departamento Municipal de Limpeza Urbana - DMLU/PMPA
Não inclui os responsáveis por domicílios particulares permanentes sem rendimentos.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Não inclui os responsáveis por domicílios particulares permanentes sem rendimentos.

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
O indicador é calculado dividindo o número total de roubos no município pela população total do município multiplicado por 10 mil.

Fontes

Secretaria de Segurança Pública do Estado do RS e IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
O número de analfabetos da cidade é superior ao somatório dos valores apresentados pelas Regiões. A diferença deve-se a restrição de dados feita pelo IBGE para proteção dos dados dos informantes da pesquisa.

Fontes

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - Ministério do Planejamento
As pessoas de 6 a 14 anos frequentando a pré-escola ou classe de alfabetização foram consideradas como se estivessem no 1º ano do ensino fundamental.
Em 2000, o Ensino Fundamental era destinado à população na faixa etária de 7 a 14 anos completa. Já em 2010, abrangia a população na faixa etária de 6 a 14 anos completa. Com os indicadores recalculados para 2000 pela FJP para a plataforma fonte, este problema da diferença etária foi contabilizado adequando os valores dos índices.

Fontes

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil/Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras (2014).
As pessoas de 15 a 17 anos frequentando a 4ª série do ensino médio foram consideradas como já tendo concluído esse nível de ensino.
Tanto em 2000 quanto em 2010 à faixa etária de 15 a 17 anos é o recorte da população em idade apta a cursar o Ensino Médio.

Fontes

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (2013).

Fontes

BDMEP - Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa

Fontes

Conselhos Tutelares - SMGL/PMPA
O número total de famílias que recebem recursos dos programas de transferência de renda é a soma dos que recebem o Benefício de Prestação continuada da Assistência Social - BPC (que foi instituído pela Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei Orgânica da Assistência Social - LOAS, Lei nr 8.742, de 7/12/1993; pelas Leis nr 12.435, de 06/07/2011 e nrº 12.470, de 31/08/2011, que alteram dispositivos da LOAS e pelos Decretos nrº 6.214, de 26 de setembro de 2007 e nrº 6.564, de 12 de setembro de 2008) e das famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, conforme folha de pagamento emitida pela Caixa Econômica Federal.
O número total de famílias que solicitam recursos dos programas de transferência de renda existentes é o total de famílias registradas no banco de dados do Cadastro Único de Porto Alegre, conforme informações fornecidas pela FASC/PMPA.

Fontes

Cadastro Único, Bolsa Famí­lia e BPC/FASC.
Para obtenção do valor foram somadas as Unidades Básicas de Saúde e as Unidades de Saúde da Família. Para o ano de 2015, foram consideradas as Unidades de Saúde da Atenção Básica (141) e as Unidades da Atenção Básica para População Específica (13).

Fontes

Secretaria Municipal da Saúde (SMS) - Prefeitura Municipal de Porto Alegre

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Fontes

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Foram utilizados os dados para a eleição que definiu o cargo mais alto do ano (Presidente ou Prefeito), sempre do turno final. Para o ano de 2010, foi utilizada a eleição de Governador ao invés de Presidente.

Fontes

Tribunal Superior Eleitoral - TSE

Indicador Padrão

Apresenta o valor próprio, o valor absoluto e o valor que serviu como base de cálculo, quando disponível. Permite a análise comparativa entre os diferentes territórios onde se aplica.

Sentido da classificação

Melhor quando mais alto o valor

Abrangência territorial

Apenas para a Cidade

Indicador Padrão

Apresenta o valor próprio, o valor absoluto e o valor que serviu como base de cálculo, quando disponível. Permite a análise comparativa entre os diferentes territórios onde se aplica.

Sentido da classificação

Não classificável

Abrangência territorial

Apenas para a Cidade

Indicador Padrão

Apresenta o valor próprio, o valor absoluto e o valor que serviu como base de cálculo, quando disponível. Permite a análise comparativa entre os diferentes territórios onde se aplica.

Sentido da classificação

Pior quando mais alto o valor

Abrangência territorial

Apenas para a Cidade

Indicador Padrão

Apresenta o valor próprio, o valor absoluto e o valor que serviu como base de cálculo, quando disponível. Permite a análise comparativa entre os diferentes territórios onde se aplica.

Sentido da classificação

Pior quando mais alto o valor

Abrangência territorial

Para a Cidade,Regiões e Bairros

Indicador Padrão

Apresenta o valor próprio, o valor absoluto e o valor que serviu como base de cálculo, quando disponível. Permite a análise comparativa entre os diferentes territórios onde se aplica.

Sentido da classificação

Melhor quando mais alto o valor

Abrangência territorial

Para a Cidade,Regiões e Bairros

Indicador Documento

Representado por uma imagem, tabela ou documento de conteúdo livre. Não permite anáise comparativa.

Abrangência territorial

Apenas para a Cidade

Indicador Padrão

Apresenta o valor próprio, o valor absoluto e o valor que serviu como base de cálculo, quando disponível. Permite a análise comparativa entre os diferentes territórios onde se aplica.

Sentido da classificação

Não classificável

Abrangência territorial

Para a Cidade,Regiões e Bairros

Indicador Padrão

Apresenta o valor próprio, o valor absoluto e o valor que serviu como base de cálculo, quando disponível. Permite a análise comparativa entre os diferentes territórios onde se aplica.

Sentido da classificação

Pior quando mais alto o valor

Abrangência territorial

Para a Cidade e Regiões

Indicador Padrão

Apresenta o valor próprio, o valor absoluto e o valor que serviu como base de cálculo, quando disponível. Permite a análise comparativa entre os diferentes territórios onde se aplica.

Sentido da classificação

Não classificável

Abrangência territorial

Para a Cidade e Regiões

Indicador Composto

Agrupa, em um mesmo gráfico, vários indicadores relacionados entre si. Não permite análise comparativa.

Sentido da classificação

Não classificável

Abrangência territorial

Apenas para a Cidade

Indicador Composto

Agrupa, em um mesmo gráfico, vários indicadores relacionados entre si. Não permite análise comparativa.

Sentido da classificação

Não classificável

Abrangência territorial

Para a Cidade,Regiões e Bairros

Indicador Padrão

Apresenta o valor próprio, o valor absoluto e o valor que serviu como base de cálculo, quando disponível. Permite a análise comparativa entre os diferentes territórios onde se aplica.

Sentido da classificação

Melhor quando mais alto o valor

Abrangência territorial

Para a Cidade e Regiões

Indicador Desequilíbrio em razão percentual

Formado por dois indicadores que o sistema compara mostrando o desequilíbrio entre eles em razão percentual. Permite a análise comparativa entre os diferentes territórios onde se aplica.

Sentido da classificação

Não classificável

Abrangência territorial

Para a Cidade e Regiões

Indicador Composto

Agrupa, em um mesmo gráfico, vários indicadores relacionados entre si. Não permite análise comparativa.

Sentido da classificação

Não classificável

Abrangência territorial

Para a Cidade e Regiões

Indicador Desequilíbrio percentual

Formado por dois indicadores que o sistema compara mostrando o desequilíbrio entre eles em percentual. Permite a análise comparativa entre os diferentes territórios onde se aplica.

Sentido da classificação

Pior quando mais alto o valor

Abrangência territorial

Para a Cidade e Regiões

Indicador Composto

Agrupa, em um mesmo gráfico, vários indicadores relacionados entre si. Não permite análise comparativa.

Sentido da classificação

Melhor quando mais alto o valor

Abrangência territorial

Apenas para a Cidade

Indicador Composto

Agrupa, em um mesmo gráfico, vários indicadores relacionados entre si. Não permite análise comparativa.

Sentido da classificação

Melhor quando mais alto o valor

Abrangência territorial

Para a Cidade e Regiões

Indicador Documento

Representado por uma imagem, tabela ou documento de conteúdo livre. Não permite anáise comparativa.

Abrangência territorial

Para a Cidade e Regiões

Indicador Composto

Agrupa, em um mesmo gráfico, vários indicadores relacionados entre si. Não permite análise comparativa.

Sentido da classificação

Pior quando mais alto o valor

Abrangência territorial

Para a Cidade e Regiões

Indicador Desequilíbrio percentual

Formado por dois indicadores que o sistema compara mostrando o desequilíbrio entre eles em percentual. Permite a análise comparativa entre os diferentes territórios onde se aplica.

Sentido da classificação

Pior quando mais alto o valor

Abrangência territorial

Apenas para a Cidade

Indicador Desequilíbrio em razão percentual

Formado por dois indicadores que o sistema compara mostrando o desequilíbrio entre eles em razão percentual. Permite a análise comparativa entre os diferentes territórios onde se aplica.

Sentido da classificação

Pior quando mais alto o valor

Abrangência territorial

Para a Cidade e Regiões
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